O de sempre

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Sexta-feira, Setembro 01, 2006

 
Normal, com sentido, mas sem nada mais além de voltar, ir, verificar sem muita atenção e retornar à base dos sólidos e afáveis círculos de afinidade não-aleatória. Prisão que, de forma oposta à convencional, não tem cadeados; também diferente por ser praticamente inescapável -- é impossível escapar-lhe com qualquer certeza no bolso. Do homem que deu à filha pulseiras feitas com latas de cerveja, nos braços bonitos e inteligentes, de uma simplicidade linda, espero roubar algo invisível, intocável, matéria feita daquilo que por aqui não encontro. As dúvidas são inexplicáveis, e a prisão tem grossas paredes erigidas em vácuo da mais alta qualidade. O nada e as palavras são feitos da mesma matéria, nenhuma.
posted by chapeiro 2:54 PM


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